Promovemos encontros, oficinas, conteúdos e uma rede de apoio para crianças, adolescentes e famílias. Junte-se a nós para fortalecer o desenvolvimento integral e a inclusão.

Presidente da AFAHSD
Formada em Letras – Português/Inglês, Roberta é uma das fundadoras e atual Presidente da AFAHSD. Sua trajetória é marcada pelo envolvimento direto com o tema das Altas Habilidades/Superdotação, vivenciado dentro de sua própria família. Movida pela experiência pessoal e pelo desejo de apoiar outras pessoas, dedica-se a promover conhecimento, acolhimento e visibilidade para esta causa.
“Por viver o diagnóstico de Altas Habilidades/Superdotação dentro de casa, senti a necessidade de me aprofundar nesse universo e hoje meu propósito é ajudar outras pessoas e dar visibilidade à causa.
Acredito que toda pessoa – criança ou adulto – merece ser reconhecida e ter seus direitos garantidos por lei, assim como acontece com outras neurodivergências. Precisamos compreender de fato o que está por trás da superdotação, pois muitas vezes há sofrimento, conflitos, sobrecarga emocional e sensorial, além de prejuízos que exigem acompanhamento e terapias.
É urgente deixarmos de ser invisíveis para a sociedade.”

Tesoureira da AFAHSD
Formada em Processos Gerenciais, Juliana é uma das fundadoras e atual Tesoureira da AFAHSD. Possui 25 anos de experiência em empresas de grande porte na área administrativa, onde desenvolveu habilidades sólidas em finanças e processos administrativos. Movida pela sua experiência profissional e pelo desejo de apoiar outras pessoas, decidiu juntar-se à Associação, compartilhando seu conhecimento para, junto da equipe, promover acolhimento, conhecimento e visibilidade à causa das Altas Habilidades/Superdotação e da Dupla Excepcionalidade.
“Sou mãe em busca de respostas. Tenho dois filhos – um menino de 14 anos e uma menina de 7 anos – que demonstram características singulares. Ainda não sei se o que observo está, de fato, relacionado a uma neurodivergência. Nessa busca por compreender o caminho correto para encontrar respostas às minhas dúvidas, há cerca de quatro meses, em uma conversa com minha amiga de longa data, Roberta Hardt, percebemos semelhanças em nossos filhos. Fui então convidada por ela para participar de um encontro com outras mães, onde muitas coisas começaram a fazer sentido. A partir disso, decidimos nos unir para que outras mães, que ainda vivem a incerteza sobre quais caminhos seguir, pudessem encontrar apoio e direcionamento.
Chega de mães sem saber o que fazer, correndo de um lado para o outro sem ter com quem contar.
Independentemente do diagnóstico dos meus filhos, acredito que precisamos ser pessoas empáticas. Não se trata apenas do que eu necessito, mas também do que o outro precisa. Minha liberdade termina onde começa o direito do próximo. Diante de injustiças e da falta de respeito, não podemos permanecer paradas nem caladas.”